Teologia da cruz

O Centro do Evangelho: O teólogo Dietrich Bonhoeffer aponta em Cristo o ministério sacrificial que deveria ser o centro de fé da Igreja, afirma que Cristo deixou o ministério sacrificial como principal característica da Igreja. O teólogo católico Gianni Vattimo aponta a Cruz como modelo para teologia do novo mundo, como teologia que vive a realidade do homem e que através dessa vida une o exame glicemia de jejum à Deus.

Só podemos falar de Jesus se for pela Cruz. A Cruz ilumina a vida e ministério de Cristo e da Igreja. É pela Cruz que conhecemos a Cristo e pela mesma Cruz que somos conhecidos por Ele.

Nas palavras de Jesus a seus discípulos é a presença de Cristo no Reino a promessa escatológica Mateus teologia da cruz Foi o Apostolo Paulo, quem melhor interpretou a cruz como centro do Evangelho. Quando o Fim torna-se o Centro. Seu principal desenvolvedor é Kenneth Hagin, que foi Batista tradicional, passando para a Teologia da cruz de Deus atéquando tornou-se pregador itinerante. Em fundou seu próprio ministério. Schuller; Charles Capps; Benny Hinn; e outros.

Tudo isso justificado na Cruz de Cristo. Principais Bases Teológicas A lei da Semeadura: O Objetivo da Vida é a Felicidade: Tudo coopera para o seu Bem.

Para o judeu Saulo de Tarso, a cruz tinha sido uma grande pedra de tropeço. Lutero contrastou a teologia da cruz com a teologia oficial, diante de uma igreja que se tornara segura e saciada. Em Heidelberg, distinguindo entre o cristianismo evangélico bíblico e as corrupções medievais, Lutero entendeu que a igreja medieval seguia o caminho da glória ao invés do caminho da cruz.

Para Lutero a cruz é a marca de toda a teologia. Deus, na cruz, destrói todas as nossas teologia da cruz preconcebidas da glória divina.

A cruz é o juízo daquilo que os homens se orgulham. A cruz é o juízo de toda glória humana, e a via crucis significa, por isso, desistir de toda glória humana. A cruz de Cristo contesta violentamente o senso natural. Assim, para a teologia da cruz o sofrimento adquire significado todo especial. Cristo nos precedeu no caminho que rejeita toda grandeza humana.

Teologia da cruz sua baixeza se revela no ato de levar o sofrimento. Ela nos esvazia de nossa autoconfiança, para que possamos ter confiança em Deus. E também nem todo sofrimento pode reivindicar ser discipulado da cruz.

Lutero expressa este conceito ainda mais, nas seguintes palavras: A teologia da cruz, no entanto, é de todas as coisas a mais segura.

A inimizade do mundo é sinal para a autenticidade do discipulado. Teologia da cruz o próprio evangelho é um escândalo para o mundo. A cruz é, portanto, um paradoxo: Deus rejeita os orgulhosos, mas aos humildes concede a sua graça; ele rejeita os heróis, mas derrama o seu amor justificador aos fracassados. Somente a fé pode perceber essa realidade verdadeira e paradoxal. Somente Deus reconhece a humildade, e também somente ele a julga e revela, de sorte que a pessoa jamais tem menos consciência da humildade do que justamente quando é humilde.

Neste sentido, a humildade tem que preceder oab sp tabela de honorários fé, pertence ao alicerce crítico da fé. Por conseguinte, Lutero conta a cruz e o sofrimento entre os sinais particulares da igreja nota ecclesiae.

Lutero usou, portanto, a idéia de uma teologia da cruz sofredora da igreja criticamente contra o papado e para julgamento da história da igreja. A teologia da cruz conhece a Deus no próprio lugar onde Ele se ocultou — na cruz, com os seus sofrimentos, todos eles considerados fraqueza e loucura pela teologia da glória.

A si mesmo se negue, e dia a dia tome a sua cruz, e siga a Cristo. Mais sobre a Teologia da Cruz de Lutero. A Sociedade dos dias de Lutero era ansiosa. O medo da anarquia geral desenvolvido pelas instabilidades políticas e econômicas era visível.

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